18 maio 2012
Suicídio
Na sexta feira, dia 04 de abril deste ano, recebi, logo cedo, a triste e terrível notícia que um amigo se suicidou.
Eu assumo a minha fraqueza e dificuldade em lidar com a morte e ainda mais desta forma, que entendo violenta e desesperadora. Uma pessoa abrir mão daquilo que acho mais sagrado: A vida.
É impossível raciocinar ou buscar explicações para este gesto final. Simplesmente não consigo.
Sempre que isto ocorre, um suicídio, eu me pergunto se é um ato de coragem extrema ou de covardia momentânea.
Sou consciente que nunca terei esta resposta e se houvesse não adiantaria de nada. Fico aqui escrevendo e pensando nas pessoas próximas, companheiros ou companheiras; filhos e filhas; pais; parentes, amigos; colegas. É um sofrimento forte e quem sabe necessário para o desenvolvimento da raça humana, que ainda desconhece noventa por cento dos segredos e potencialidade da nossa massa encefálica, na qual nos privilegia como o único ser racional e pensante que conhecemos.
Tudo evolui rapidamente, já falamos na quinta idade onde as pessoas poderão chegar saudáveis aos cento e cinquenta anos de idade.
Estamos encontrando respostas e soluções para parte física; entretanto, ainda estamos na idade da pedra quanto às questões mentais.
Quem sabe a tristeza de hoje objetive e proporcione as respostas do amanhã.
Descanse em paz amigo.












